Simples Ana


 

Feliz Natal!!



Postado por: Simples Дหα às 08h48
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Símbolos do Natal

 

Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.

A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção. Conta a Bíblia que um anjo anunciou para Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando na noite de Natal. Como não encontraram lugar para dormir, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.

Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.

Símbologia

Árvore

Representa a vida renovada, o nascimento de Jesus. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século 19, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.

Presentes

Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebrava a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.

Velas

Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos.

Estrela

No topo do pinheiro, representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até o estábulo onde nasceu Jesus.

Cartões

Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.

Comidas típicas

O simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.

Presépio

Reproduz o nascimento de Jesus. O primeiro a armar um presépio foi São Francisco do Assis, em 1223. As ordens religiosas se incumbiram de divulgar o presépio, a aristocracia investiu em montagens grandiosas e o povo assumiu a tarefa de continuar com o ritual.

O ciclo natalino inicia-se na véspera do Natal, 24 de dezembro, e vai até o dia de Reis, 6 de janeiro. Para acompanhar esse período, é preciso manter a ingenuidade de uma criancinha, a esperança de um amanhecer ensolarado, a ternura de um botão de rosas e a leveza de uma linda borboleta no ar.



Postado por: Simples Дหα às 08h55
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O Melhor Presente de Natal

 

Nevava tranquilamente naquela noite. A cidade estava coberta por um manto branco, bastante espesso, que brilhava devido aos reflexos das luzes de natal que enfeitavam as ruas.

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O frio apertava cada vez mais tornando-se impossível de ser suportado e provavelmente seria por isso que Martim era a única pessoa que se encontrava na rua. Estava sentado no banco do jardim, vestido com a roupa mais quente que tinha no seu guarda-roupa, e enquanto tentava aquecer as suas mãos esfregando-as uma na outra, contemplava a pequena fonte que se erguia no centro do parque, a fonte à qual todos chamavam a "fonte dos desejos".

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Tinha saído de casa sorrateiramente, sem que os seus pais dessem por isso. Se lhes tivesse pedido para sair nunca teria ouvido uma resposta afirmativa. Afinal de contas era apenas uma criança de oito anos.

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Mas nessa noite precisava urgentemente de pedir um desejo à fonte, era a única forma de o poder ver concretizado. No dia seguinte realizar-se-ia a grande festa de natal da sua escola e haveria um grande número de actividades bastante divertidas, desde teatros, a jogos lúdicos, danças e, no fim, todas as crianças entregariam aos pais os presentes que compraram com o dinheiro que tinham junto nos últimos meses. Cada criança tinha uma caixinha onde metia uma pequena quantia dada pelos pais, a cada final de semana, para no Natal comprarem uma pequena lembrança para oferecer aos mesmos.

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Martim estava infeliz por não poder oferecer aos pais um presente enorme, bonito, que eles tanto mereciam por serem o que ele chama de "os melhores pais do mundo!". Seria a única criança na festa a não entregar nada aos pais e sentia-se triste não só pelos seus colegas gozarem com ele por não ter dinheiro para comprar um presente, mas principalmente por não poder mostrar aos pais a sua alegria em dar-lhes um presente, em oferecer-lhes algo que ele próprio tinha escolhido para eles. A sua família era bastante carenciada e por isso os pais não podiam contribuir para a sua caixinha, que neste momento permanecia vazia, no seu colo.

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Martim pegou na sua caixinha, pintada por ele próprio de vermelho e cor de laranja, e aproximou-se da fonte.

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- Eu gostava muito de comprar uma prenda para os meus pais, por favor, faça aparecer na minha caixinha algumas moedas. Por favor!!" - disse ele fechando os olhos e erguendo a caixa na sua mão direita.

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Passados alguns segundos, Martim abriu os olhos e espreitou para dentro da caixa. Nada tinha acontecido. A caixinha continuava vazia. Tentou novamente, desta vez demonstrando algum desespero.

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- Vá lá, por favor...são só algumas moedinhas. Eu queria mesmo oferecer um presente bem bonito aos meus pais amanhã na festa de natal. Só algumas moedinhas...por favor! - disse ele com os olhos fechados firmemente, e abanando a caixinha na sua mão.

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- Não vale a pena, não vai acontecer nada. - disse uma voz feminina.

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- Quem é a senhora? - perguntou Martim assustado, recuando alguns passos e escondendo a caixa atrás das suas costas.

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- Sou apenas alguém que vive aqui neste jardim. - disse a mulher, de cabelos brancos e vestida com um grande manto cinzento que a cobria desde o pescoço até aos pés.

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- A senhora vive aqui no jardim? - perguntou Martim espantado.

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- Sim, é isso mesmo! - disse a senhora piscando-lhe o olho.

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- Então é uma mendiga, não é? - perguntou ele recuando mais alguns passos.

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- Mendiga? Porque dizes isso? - perguntou a mulher fazendo cara de ofendida.

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- Porque os meus pais disseram-me que as pessoas que vivem assim nos jardins e nas ruas são os mendigos.

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- Hum...está bem, eles até podem ter razão, mas não, eu não sou uma mendiga - disse a mulher sentando-se no banco. - Não tenhas medo, senta-te aqui ao meu lado.

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- Eu tenho que ir embora...

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- Mas não querias pedir um desejo à fonte?

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- Sim, mas eu já pedi e ele não se realizou... - disse Martim virando as costas e começando a andar em direcção à estrada principal.

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- Martim...

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- Como é que sabe o meu nome? - perguntou Martim parando repentinamente e encarando a mulher.

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- Isso não interessa, o que interessa é o que tenho para te dizer. - disse ela olhando-o com uma expressão serena.

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- E o que é que tem para me dizer?

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- A melhor prenda que podes oferecer aos teus pais e a qualquer outra pessoa de quem gostas, está dentro de ti.

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- Dentro de mim? - perguntou Martim envergando uma expressão de incompreensão.

.

- Sim, dentro de ti. Não se compra, não se mede, não se pesa, apenas se sente e é a prenda mais valiosa que podemos dar a alguém. - disse a mulher piscando-lhe o olho.

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A mulher levantou-se do banco e começou a caminhar na direcção contrária à do Martim. Este não disse nada, permanecendo imóvel enquanto a observava a desaparecer na escuridão.

.

O dia da grande festa de natal tinha chegado e esta estava a ser um sucesso. Muito teatro, muita música, muitos jogos, comida e doces à mistura. Martim não estava a divertir-se tanto quanto queria pois os seus colegas lembravam-no a cada minuto que ele não tinha um presente para dar aos pais porque era pobre.

.

O momento da entrega dos presentes tinha chegado. Martim deixou-se ficar junto dos pais, enquanto os seus colegas subiram ao palco, cada um com o seu presente na mão, e faziam agora uma fila, enquanto os pais se posicionavam junto do palco.

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- Filho, não fiques triste por não estares ali, está bem? O pai e a mãe não precisam de presentes. - disse o pai agachando-se junto de Martim.

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- Mas eu tenho um presente para vocês! - disse Martim sorrindo e começando a correr para junto dos seus colegas.

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Quando chegou a sua vez, Martim chamou os pais para junto do palco, sentou-se perto deles, tirou a sua caixinha que estava por debaixo da sua blusa e abriu-a. Todos olhavam para ele pois ninguém estava à espera que ele tivesse um presente para oferecer.

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- Tenho aqui vários presentes, mas eles são invisíveis...como diz uma amiga minha, apenas se sentem... - disse Martim mostrando a caixa aos pais. - Eu oferece-vos infinitos beijos, infinitos abraços, infinitas festinhas, a minha preocupação, o meu respeito e a certeza de um amor para sempre. E são estes os meus presentes, e dou de coração...Feliz Natal!! - disse Martim atirando-se para cima dos pais.

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E ouviram-se palmas como não se tinham ouvido até então naquela festa. E observaram-se lágrimas como só uma criança com tão puros sentimentos consegue arrancar a qualquer pessoa.

.

 - Patrícia Santos...15/12/07 -



Postado por: Simples Дหα às 08h44
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Postado por: Simples Дหα às 13h05
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Homem e Mulher

 

Ser mulher é viver mil vezes em apenas uma vida,
é lutar por causas perdidas
e sempre sair vencedora,
é estar antes do ontem e depois do amanhã,
é desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus actos.


Ser mulher é caminhar
na dúvida cheia de certezas,
é correr atrás das nuvens num dia de sol
e alcançar o sol num dia de chuva.


Ser mulher é chorar de alegria e muitas
vezes sorrir com tristeza,
é cancelar sonhos em prol de terceiros,
é acreditar quando ninguém mais acredita,
é esperar quando ninguém mais espera.


Ser mulher é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa,
é ser magoada e sempre dar mais uma hipótese,
é cair no fundo do poço e emergir sem ajuda.


Ser mulher é estar em mil lugares de uma só vez, é fazer mil
papeis ao mesmo tempo, é ser forte e fingir que é frágil para ter um carinho.


Ser mulher é se perder em palavras e depois perceber que
se encontrou nelas, é distribuir emoções que nem sempre são captadas.


Ser mulher é comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos,
mas jamais dever,
é construir castelos na areia, vê-los desmoronados
pelas águas e mesmo assim amar.


Ser mulher é saber dar o perdão, é tentar recuperar o irrecuperável,
é entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.


Ser mulher é estender a mão a quem ainda não pediu,
é doar o que ainda não foi solicitado.
Ser mulher é não ter vergonha de chorar por amor,
é saber a hora certa do fim, é esperar sempre por um recomeço.


Ser mulher é ter a arrogância de viver apesar dos dissabores,
das desilusões, das traições e das decepções.


Ser mulher é ser mãe dos seus filhos e
dos filhos de outros e amá-los igualmente.


Ser mulher é ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem,
é desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos
e fincar a bandeira da conquista.


Ser mulher é entender as fases da lua por ter suas próprias fases.
É ser "nova" quando o coração está à espera do amor, ser
"crescente" quando o coração está se enchendo de amor,
ser cheia quando ele já está transbordando de tanto amor
e minguante quando esse amor vai embora.


Ser mulher é hospedar dentro de si o sentimento do perdão,
é voltar no tempo todos os dias e viver por poucos
instantes coisas que nunca ficaram esquecidas.


Ser mulher é cicatrizar feridas de outros e inúmeras
vezes deixar as suas próprias feridas sangrando.


Ser mulher é ser princesa aos 20, rainha aos 30,
imperatriz aos 40 e especial a vida toda.


Ser mulher é conseguir encontrar uma flor no deserto,
água na seca e labaredas no mar.


Ser mulher é chorar calada as dores do mundo
e em apenas um segundo já estar sorrindo.


Ser mulher é subir degraus e se os tiver
que descer não precisar de ajuda, é tropeçar, cair e voltar a andar.
Ser mulher é saber ser super-homem quando o sol nasce
e virar Cinderela quando a noite chega.


Ser mulher é ter sido escolhida por Deus
para colocar no mundo os homens.


Ser mulher é acima de tudo um estado de espírito,
é uma dádiva, é ter dentro de si um tesouro escondido
e ainda assim dividi-lo com o mundo!

 


- Silvana Duboc - 

 

 

 

 

Ser homem é:
- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates;
- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão;
- O suplício de fazer a barba todos os dias;
- O desespero das cuecas apertadas;
- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien;
- A loucura de resistir olhar para umas pernas com uma mini-saia;
- Ir à praia e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado;
- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada;
- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se divertem;
- Ter sempre de resolver os problemas do carro;
- Ter de reparar na roupa nova dela;
- Ter de reparar que ela mudou de perfume;
- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de media 713 para 731 loiro/bege;
- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1 cm;
- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite;
- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade;
- Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo;
- Ter a obrigação de ser um atleta sexual;
- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos;
- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o problema é onde colocar novos armários para guardar mais roupa;
- Ter de almoçar aos domingos na casa dos sogros, discutir política com aquele velho reaça, tratar bem os sobrinhos, controlar-se para não olhar para o decote da irmã dela e não arrear um arraial de porrada ao irmão dela, sacana do caraças que vem sempre pedir dinheiro emprestado.

.

Depois elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO



Postado por: Simples Дหα às 09h05
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.:: Blog...Simples Дหa ::.




.:: Sonhando você ::.


 


...hoje eu sonhei tuas mãos.. percorrendo minha pele, em suores e saliva tempestuoso e apressado... levando meu corpo ao delirio integral boca e língua não eram suficientes... usou truques e pecadores atrevimentos... hummm... vem??.


E eu busco tua boca, teu cheiro, tua pele... Busco na imensidão do vazio... Do desejo inconseqüente... Dos atropelos que a vida impõe...nos impõe... E você...simplesmente não vem...

Ana...

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Obrigada...
Simples Дหα





Que importa se a distância estende entre nós léguas e léguas
Que importa se existe entre nós muitas montanhas?
O mesmo céu nos cobre
E a mesma terra Iiga nossos pés.
No céu e na terra é tua carne que palpita
Em tudo eu sinto o teu olhar se desdobrando
Na carícia violenta do teu beijo.
Que importa a distância e que importa a montanha
Se tu és a extensão da carne
Sempre presente?

Drumond



eu quero sentir o gosto dos seus lábios
e guardar o sabor desse sonho
eu quero mergulhar nos seus olhos
e beber cada gota desse olhar
eu quero sentir a sua pele
e tocar na sua alma
eu quero parar de escrever
e viver
...da...





Tu, somente tu
irás converter a neve
em dia azul
basta um olhar
e gelo pega fogo
meu estado é luz
num outro mundo
em todo lugar
eu me sentirei
infindo por te amar
a sensação
é de poder tudo
e ter amor
por todo mundo

Djavan